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domingo, 6 de novembro de 2011

Vegetação da MINHA REGIÃO

Vamos falar um pouco sobre a vegetação da REGIÃO NORDESTE principalmente do estado da Bahia minha cidade natal.

Veja algumas imagens:
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A vegeta
ção nordestina vai desde a Mata Atlântica no litoral até a Mata dos Cocais no Meio Norte com ecossistemas como os manguezais, a caatinga, o cerrado, as restingas, dentre outros, que possuem fauna e flora, diversas espécies endêmicas e animais ameaçados de extinção.

A região da mata e do litoral oriental estende-se do Rio Grande do Norte até o sul da Bahia, ocupando as terras a leste da região. Pode ser considerada como a mais importante do Nordeste porque nela se concentra grande parte da população, assim como seu parque industrial e atividade agrícola. No litoral, a temperatura média é de aproximadamente 25o C, com oscilações que variam de acordo com as estações. É no litoral, ainda, que estão localizadas as capitais dos Estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, todas elas cidades construídas à beira-mar.

O agreste representa uma região de transição entre a mata e o sertão. Com áreas muito secas e úmidas, a paisagem do agreste caracteriza-se pela diversidade, funcionando como uma típica miniatura do Nordeste. Em trechos de altitude elevada, expostos aos ventos úmidos do Sudeste, surgem os brejos, que apresentam condições de umidade e de pluviometria semelhantes às da zona da mata, assim como temperaturas mais amenas. Fora dos brejos, onde antes havia floresta e hoje predomina a agricultura, encontra-se acaatinga.

A escassez de água é o mais sério problema da população do agreste, embora esta região não seja tão profundamente atingida quanto à dos sertanejos. No agreste existe a agricultura comercial do algodão, para o abastecimento das indústrias têxteis da região, e a lavoura comercial de alimentos, para abastecer as populações das grandes cidades litorâneas.

O sertão e o litoral setentrional do Nordeste ocupam, aproximadamente, 49% de toda a região. Na costa norte, em particular, como o sertão se estende quase até à praia, as duas áreas podem ser reunidas. É considerada a região mais tipicamente nordestina, pois não se encontra similar em outra parte do território brasileiro. Todo o sertão possui um clima quente, com temperaturas médias anuais em torno de 25o C, e duas estações bem definidas: uma chuvosa, nos meses do verão e do outono, e uma outra mais longa e seca, que se estende pelos meses correspondentes ao inverno e à primavera.

O sertanejo está sempre preocupado com a seca, uma vez que, desde os tempos coloniais, com maior ou menor intensidade, ela vem ocorrendo sistematicamente. No sertão existe a chamada ribeira do rio São Francisco, isto é, a presença do grande rio nordestino atravessando as áreas mais secas do Nordeste. Esse rio possui um regime muito irregular, havendo, na época chuvosa, a inundação de ilhas e terras marginais. A fertilidade dessas terras, decorrentes de sua submersão, é aproveitada pelos agricultores ribeirinhos para a conhecida agricultura de vazante, que garante ao sertanejo o milho, o feijão, o amendoim, a fava, entre outros produtos agrícolas.

Em algumas áreas mais úmidas do sertão predomina, ainda, a agricultura de subsistência ou de mercado local. No vale do São Francisco, porém, com a utilização da irrigação, a produção de mamão, melão, melancia, uva (para a fabricação de vinho, destinado ao consumo interno e à exportação) manga, tomate, acerola, entre outros produtos, se apresenta como uma atividade bastante lucrativa para os empresários.

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Celebrando o Verde!


2011 é o Ano Internacional das Florestas

As florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade direta na garantia da sobrevivência de 1,6 bilhões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre. Pela importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas

Segundo dados do Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre. Em pé, as florestas são capazes de movimentar cerca de $ 327 bilhões todos os anos, mas infelizmente as atividades que se baseiam na derrubada das matas ainda são bastante comuns em todo o mundo.

Para sensibilizar a sociedade para a importância da preservação das florestas para a garantia da vida no planeta, a ONU – Organização das Nações Unidas declarou que 2011 será, oficialmente, oAno Internacional das Florestas.

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A ideia é promover durante os próximos 12 meses ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando a todos que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta. Entre eles:
– a perda da biodiversidade;
– o agravamento das mudanças climáticas;
– o incentivo a atividades econômicas ilegais, como a caça de animais;
– o estímulo a assentamentos clandestinos e
– a ameaça à própria vida humana.

Para saber a respeito dos eventos que serão realizados durante 2011, em homenagem ao Ano Internacional das Florestas, acesse o site oficial da iniciativa. No portal, ainda é possível divulgar as ações que você pretende promover nos próximos 12 meses em homenagem à causa.


LEVANTAMENTO

22% das florestas públicas cadastradas permanece desprotegida

Novo Cadastro Nacional de Florestas Públicas aponta crescimento das áreas protegidas e destaca que a concessão florestal das áreas desprotegidas seria um importante aliado para que o país atinja suas metas de mitigação das mudanças climáticas e de redução do desmatamento

O Brasil tem 64 milhões de hectares de florestas sem uso regulamentado, ou seja, não são áreas de assentamento, terras indígenas ou unidades de conservação. Isto também quer dizer que esses hectares estão sujeitos à grilagem. Essa área representa 22% do total de florestas públicas brasileiras e equivale a duas vezes e meia o Estado de São Paulo. Os dados são do CNFP - Cadastro Nacional de Florestas Públicas de 2010, levantamento realizado pelo SFB - Serviço Florestal Brasileiro, órgão do governo responsável pela gestão e concessão de florestas. Apesar de o território desprotegido ainda ser considerável, os números melhoraram em relação ao ano passado. Hoje o país tem 290 milhões de hectares de florestas públicas cadastradas, sendo que em 2009 o número era 21% menor. A diferença não significa a criação de novas florestas públicas, mas apenas que algumas áreas tornaram-se conhecidas. A diferença entre o total conhecido e os 64 milhões de hectares não destinados corresponde a 226 milhões de hectares, que são destinados estão divididos entre: - terras indígenas (111 milhões); - unidades de conservação (105 milhões), sendo 60% federais e - assentamentos da reforma agrária (10 milhões). Para elevar a quantia de terras destinadas, o SFB defende que pelo menos dez milhões de hectares poderiam ser transformados em novas florestas nacionais. Este mecanismo de concessão florestal traria uma série de benefícios. Evitaria, por exemplo, a ocupação falsa dos territórios, conhecida por grilagem. Também manteria a floresta em pé, o que significa seu manejo sustentável, com o controle da exploração madeireira. Tudo isso poderia ajudar o país a conter suas emissões e cumprir metas como a de 80% de redução do desmatamento na Amazônia até 2020. A região, de acordo com o SFB, concentra a maior parte das florestas públicas. Para realizar o CNFP, o órgão reúne dados do cadastro geral de florestas públicas federais, estaduais e municipais, além do Distrito Federal. Desde 2007, ano em que começou a ser elaborado, o número de florestas públicas aumenta.

MANEJO SUSTENTÁVEL

Estudo revela potencial econômico nas florestas do PA

A exploração sustentável de madeira e a coleta de castanha-do-pará nas florestas estaduais da Calha Norte, no Pará, podem gerar R$ 4,4 bilhões e mais de 8 mil empregos diretos e indiretos na região, a partir de 2013, segundo relatório publicado pelo Imazon

As conseqüências do desmatamento

Desmatamento de florestas

As principais conseqüências do desmatamento são:

- Destruição da biodiversidade;

- Genocídio e etnocídio das nações indígenas;

- Erosão e empobrecimento dos solos;

- Enchente e assoreamento dos rios;

- Diminuição dos índices pluviométricos;

- Elevação das temperaturas;

- Desertificação;

- Proliferação de pragas e doenças.


Uma das conseqüências do desmatamento é a destruição e extinção de diferentes espécies. Muitas espécies podem ajudar na cura de doenças, usadas na alimentação ou como novas matérias-primas, são desconhecidas do homem, correndo o risco de serem destruídas antes mesmo de conhecidas e estudadas. Esse bem natural é muito conhecido pelos índio que vivem nas florestas. Mas esse povo indígeno também estão sofrendo um processo que tem levado à perda de seu patrimônio cultural, dificultando, o acesso aos seus conhecimentos.

Um consequência agravante do desmatamento é o progresso dos processos de erosão. As árvores de uma floresta têm a função de proteger o solo, para que a água da chuva não passe pelo tronco e infiltre no subsolo. Elas diminuem a velocidade do escoamento superficial, e evitam o impacto direto das chuvas como o solo e suas raízes ajudam a retê-lo, evitando a sua desagregação.

A retirada da cobertura vegetal expõe o solo ao impacto das chuvas. As conseqüências dessa interferência humana são várias:

- aumento do processo erosivo, o que leva a um empobrecimento dos solos, como resultado da retirada de sua camada superficial e, muitas vezes, acaba inviabilizando a agricultura;

- assoreamento de rios e lagos, como resultado da elevação da sedimentação, que provoca desequilíbrios nesses ecossistemas aquáticos, além de causar enchentes e, muitas vezes, trazer dificuldades para a navegação;

- extinção de nascentes: o rebaixamento do lençol freático, resultante da menor infiltração da água das chuvas no subsolo, muitas vezes pode provocar problemas de abastecimento de água nas cidades e na agricultura;

- diminuição dos índices pluviométricos, em conseqüência do fenômeno descrito acima, mas também do fim da evapotranspiração. Estima-se que metade das chuvas caídas sobre as florestas tropicais são resultantes da evapotranspiração, ou seja, da troca de água da floresta com a atmosfera;

- elevação das temperaturas locais e regionais, como conseqüência da maior irradiação de calor para a atmosfera a partir do solo exposto. Boa parte da energia solar é absorvida pela floresta para o processo de fotossíntese e evapotranspiração. Sem a floresta, quase toda essa energia é devolvida para a atmosfera em forma de calor, elevando as temperaturas médias;

- agravamento dos processos de desertificação, devido à combinação de todos os fenômenos até agora descritos: diminuição das chuvas, elevação das temperaturas, empobrecimento dos solos e, portanto, acentuada diminuição da biodiversidade;

- ou fim das atividades extrativas vegetais, muitas vezes de alto valor socioeconômico. É importante perceber que, muitas vezes, compensa mais, em termos sociais, ambientais e mesmo econômicos, a preservação da floresta, que pode ser explorada de forma sustentável, do que sua substituição por outra atividade qualquer;

- proliferação de pragas e doenças, como resultado de desequilíbrios nas cadeias alimentares. Algumas espécies, geralmente insetos, antes em nenhuma nocividade, passam a proliferar exponencialmente com a eliminação de seus predadores, causando graves prejuízos, principalmente para a agricultura.

Além desses impactos locais e regionais da devastação das florestas, há também um perigoso impacto em escala global. A queima das florestas, seja em incêndios criminosos, seja na forma de lenha ou carvão vegetal para vários fins (aliás, a queima de carvão vegetal vem aumentando muito na Amazônia brasileira, como resultado da disseminação de usinas de produção de ferro gusa, principalmente no Pará), tem colaborado para aumentar para aumentar a concentração de gás carbônico na atmosfera. É importante lembrar que esse gás é um dos principais responsáveis pelo efeito estufa.

Plantios em Andamento

FlorestaÁrvoresCidadeEstado
Água Crystal15.000Mogi das CruzesSP
Água Crystal - Fase II20.000Salesópolis - Mogi das CruzesSP
Água Schincariol – Fase I15.000ItúSP
BioMérieux Brasil S.A15.000Mendes e Valença – RJRJ
Bradesco Capitalização15.000PiracicabaSP
Bradesco Capitalização250.000PiracicabaSP
Bradesco Capitalização40.000ItúSP
Bradesco Cartões100.000MendesRJ
Bradesco Cartões100.000ResendeRJ
Bradesco Cartões15.000PiracicabaSP
Bradesco – Empréstimos e Financiamentos – Fase I15.000CampinasSP
Bradesco – Empréstimos e Financiamentos – Fase II5.000ResendeRJ
Bradesco – Empréstimos e Financiamentos – Fase III40.000Mogi das CruzesSP
Bradesco – Empréstimos e Financiamentos – Fase IV40.000ItúSP
BSH Continental – Fase I15.000HortôlandiaSP
Castrol Brasil Ltda15.000MendesRJ
Citizen3.000PiracicabaSP
Comgás – Fase I30.000ItatibaSP
Dez Brasil15.000PiracicabaSP
Dixie Toga15.000LondrinaPR
EPR Soluções Ambientais15.000PiracicabaSP
Floresta InterfaceFlor - Fase I12.000PiracicabaSP
Floresta InterfaceFlor - Fase II12.000PiracicabaSP
Floresta InterfaceFlor - Fase III12.000ItúSP
Fundação Toyota do Brasil15.000Em definição--
Gazeta Mercantil9.000Mogi das CruzesSP
Gênesis50.000Santana do ParnaíbaSP
GenRent500IndaiatubaSP
Gol Linhas Aéreas15.000PiracicabaSP
GOL Linhas Aéreas15.000Mogi das CruzesSP
Gráfica Burti – Fase I15.000ParacambiRJ
Grendene - Gisele Bundchen25.500Em definição--
Grupo Martins – Fase I13.280UberlandiaMG
Hotel Villa Rossa10.000ParacambiRJ
Isto É10.000ParacambiRJ
Julie Antão / Denise Zaclis Antão220Santo Antônio do AmparoMG
Osram15.000IlhéusBA
Panasonic do Brasil Ltda15.000Em definição--
Playcenter10.000ItúSP
Primeira Floresta Rodovia das Colinas80.000ItuSP
Rabobank3.000PiracicabaSP
Rabobank – Fase II5.000Mogi das CruzesSP
Reckitt Benckiser15.000Em definição--
Rede Record5.859ItuSp
Repsol YPF - Fase II15.000Mogi das CruzesSP
Repsol YPF15.000ResendeRJ
Sandrecar10.000Mogi das CruzesSP
Segunda Floresta Rodovia das Colinas100.700ItuSP
Sonae Sierra Brasil22.000Em definição--
Sukio Mahikari do Brasil15.000Mogi das CruzesSP
TAM15.000Mogi das CruzesSP
Tok & Stok5.000IlhéusBA
Tok & Stok5.000ResendeRJ
Tok & Stok5.000ItúSP
Unimed – Seguradora5.329Em definição--
Unimed-Rio Cooperrativa de Trabalho Médico do Rio de Janeiro Ltda7.000ResendeRJ
Uninove - Fase I15.000Mogi das CruzesSP
Uninove – Fase II35.000ItúSP
Volkswagen Caminhões60.000ResendeRJ
Volkswagen Caminhões100.000Mendes (75.500 mudas) e Quatis (24.500 mudas)RJ
Volkswagen Caminhões140.000ResendeRJ
Ypê200.000CampinasSP